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MINI OFICINA
DRAMATURGIA
PENSANDO A DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA
com Diego Pinheiro



A mini-oficina de Dramaturgia acontecerá, nesta quinta-feira, dia 09/09, 9h A 18h, na Sala Memorial do Teatro Castro Alves. Solicitamos ao selecionados, que compareçam com 15 minutos de antecedência.
Qualquer dúvida entrar em contato com Susan Kalik (71) 8760.60-74 ou encaminhar email para kalikproducoes@gmail.com


SELECIONADOS PARA PARTICIPAÇÃO

CICERO SERGIO FÉLIX LIMA
FLORA MESQUITA COUTINHO
GESSICA BARBOSA DE JESUS
HERALDO DE DEUS BORGES
IVANA CRISTINA SANTANA
JULIANA RODRIGUES NOVAIS SANTOS
LAIS INGRID MODESTO SANTANA
MURILO MELO
RAFAEL LIMA SANTOS
ROSILDA AGUIDA BARBOSA
THIAGO DE OLIVEIRA SANTOS
VITÓRIA ALANA SANTOS FERREIRA
YANNA VAZ LOPES


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MINI OFICINA
DRAMATURGIA
PENSANDO A DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA
com Diego Pinheiro



Acontece no dia 09 de agosto, na sala Memoria do TCA, a mini-oficina de Dramaturgia - Pensando a Dramaturgia Contemporânea, com o autor e diretor Diego Pinheiro.

Diego Pinheiro é graduando do curso de Artes Cênicas - Habilitação em Direção teatral da Escola de Teatro da Universidade Federal Bahia (UFBA). É membro fundador, e diretor artístico do Teatro Base - Grupo de Pesquisas sobre o Método do Ator. É músico e compositor, tendo freqüentado o curso de extensão da Escola de Música da UFBA. 

Como dramaturgo tem cinco peças escritas: Gaiola, O Bolo de Aniversário do Menino Ranhoso (Peça em ato único para crianças), Sobre os Palhaços da Varanda (texto vencedor do Prêmio FAPEX de Teatro 2010) e as peças curtas SOPA e FUTEBOL. 

Trabalhou como assistente de direção em vários eventos com o diretor Luiz Marfuz e no espetáculo As Velhas com a direção do mesmo. Também foi assistente de direção do espetáculo Ogum, Deus e Homem, espetáculo de formatura de Fernanda Júlia e projeto vencedor do Edital Palmares 2010.  É também pesquisador PIBIC da UFBA, sendo orientado pelo professor Luiz Marfuz na pesquisa O Impulso Psicofísico como Prática Estruturante da Ação Cênica. 

Com o Teatro Base, dirigiu o experimento cênico SANGUE e o espetáculo ARBÍTRIO, espetáculo de estreia do grupo; que teve três indicações ao Prêmio Braskem de Teatro 2011 (Espetáculo Adulto, Grupo Revelação e Ator Revelação), ganhando a categoria revelação com o grupo. 

A Mini-oficina de Dramaturgia é uma ação formativa do espetáculo Réquiem por um Sorriso, montagem teatral do texto Sobre os Palhaços na Varanda, que esteve em cartaz na Sala do Coro do TCA, em Julho de 2012.

Serão oferecidas 20 vagas, priorizando a participação de jovens pertencentes a instituições sociais que desenvolvam ações na área das Artes Cênicas, Comunicação, Audiovisual e áreas correlatas. A oficina é gratuita.

Inscrições Encerradas!

Os selecionados serão avisados no dia 08/08, por email, e lista publicada neste site.

Mais informações: kalikproducoes@gmail.com









NAMÍBIA, NÃO!
PEÇA DIRIGIDA POR LÁZARO RAMOS ABORDA, COM FINA IRONIA, 
AS CONTRADIÇÕES DAS RELAÇÕES HUMANAS ATUAIS.

Espetáculo de larga projeção na Bahia, Namíbia, Não! tornou-se um sucesso de público e  crítica especializada onde quer que se apresente. De quando estreou, em março de 2011, até o presente mês, contabilizou mais de vinte mil espectadores durante as temporadas realizadas em Salvador e Região Metropolitana.

Em novembro passado, a montagem conquistou o Rio de Janeiro, onde se apresentou no Teatro Oi Futuro Ipanema, sensibilizando e divertindo centenas de pessoas, arrancando elogios de Bárbara Heliodora, a mais temida e respeitada do teatro brasileiro atual.

Patrocinada pela OI, a peça teve leituras dramáticas no II Ciclo Negro Olhar (RJ) e no FIAC (BA), além de ter sido debatido na 1° Mostra de Teatro Negro (SP). Em 2010 o espetáculo ganhou os prêmios Myriam Muniz de Teatro (Funarte) e Fapex de Teatro pela sua dramaturgia, e este ano foi contemplado com o Prêmio Braskem de Teatro, na categoria de Melhor Texto.


       

    


Sobre a peça


Escrita por Aldri Anunciação e dirigida por Lázaro Ramos, Namíbia, não! tem argumento provocador ao abordar, sem tentar resolver o assunto, uma situação hipotética: o ano é de 2016 e o Governo brasileiro obrigou que todos os afrodescendentes regressem imediatamente à África, provocando, em pleno século XXI, o revés da diáspora vivida pelo povo africano do Brasil escravocrata.

Queria propor uma síntese Brasil-África. Refletir sobre esse continente do qual ainda temos uma imagem estereotipada”, resume o autor, Aldri Anunciação. “Em menos de cinco meses em cartaz na Bahia, a peça já teve em média 13 mil espectadores, com algumas apresentações seguidas de debates”.

Situações inusitadas são discutidas com muito humor e ironia. Os debates enfocam a vida dos de “melanina acentuada” e assim o público, embora rindo bastante durante a encenação, é conduzido a ponderar as reflexões lançadas a partir dos diálogos entre os atores.

Premiações

Namíbia, Não! traz a reflexão sobre a situação dos afrodescendentes brasileiros, embora trate mais das relações humanas do que meramente das questões raciais. Agraciado com 3 prêmios - Braskem 2011 para Aldri Anunciação pelo Melhor Texto, Myriam Muniz de Teatro (Funarte 2010) e Fapex de Teatro 2010 -, o texto usa de fina ironia para questionar a identidade brasileira, com 2 personagens em cena vivendo um labirinto de sensações.

A montagem é futurista e se passa no Brasil de 2016. Recorre-se ao teatro do absurdo para discutir assunto sério. "É uma crônica sobre a realidade do jovem afro-brasileiro", diz Lázaro Ramos, diretor geral do espetáculo.

Namíbia, Não! pega emprestado os nomes dos geniais engenheiros afrodescendentes do século XIX, os brasileiros André e Antônio Rebouças, e coloca nos 2 personagens fictícios do século XXI. "Propomos uma síntese bem humorada sobre a ressignificação estética e ética do termo Melanina Acentuada", declara Aldri Anunciação, ator e dramaturgo.


Sinopse:
Em 2016, o Governo brasileiro decretou uma Medida Provisória obrigando que todos os de ‘melanina acentuada’ sejam capturados e enviados imediatamente à África, provocando, em pleno século XXI, o revés da diáspora vivida pelo povo africano do Brasil escravocrata. A medida é uma ação de reparação social aos danos causados pela União. Mas, para não incorrer no crime de “Invasão a Domicílo”, eles só podem ser capturados na rua. Assim, André e Antônio passam o dia trancados no apartamento, debatendo as questões sociais e econômicas da vida atual, seus anseios pessoais e as consequências de um iminente retorno à África-mãe.


Ficha técnica:
Autor: Aldri Anunciação
Elenco: Flávio Bauraqui e Aldri Anunciação                                        
Direção geral: Lázaro Ramos                                                        
Assistência de direção: Ana Paula Bouzas, Caio Rodrigo e Thiago Gomes             
Direção musical: Arto Lindsay, Wladimir Pinheiro e Rafael Rocha
Mixagem: Filipe Pires
Supervisão artística: Luiz Antonio Pilar
Iluminação: Jorginho Carvalho                                                                      
Cenário: Rodrigo Frota                                                                                  
Figurino: Diana Moreira
Operação de som: Roberto Leão
Operação de luz: Luiz Guimarães
Operação de vídeo: Thiago Gomes
Contra-regragem: Tarcio Pinheiro e Leonardo Britto        
Administração: Cardim Projetos e Soluções Integradas
Produção executiva: Kalik Produções, Maria do Socorro, Terceira Margem e JLM Produções Artísticas
Coordenação de produção: Aldri Anunciação
Assessoria de imprensa: Comunika Press    
Realização: Tô Ligado Produções Ltda